.
|
|||||||||||||
|
Convite aos sonhadores práticos
Seja bem-vindo novamente! Nesta página nós queremos convidá-lo para imaginar uma comunidade melhor e um mundo melhor, e ver como poderemos construir isto juntos começando agora. Clique em “Comentários Recentes” para ver o que as pessoas estão dizendo a respeito deste projeto, e então gaste um tempo para ver porque isto é necessário, como funcionará, e como você poderá se envolver. Obrigado!
1. Uma palavra sobre a gente e sobre este convite2. O desafio: inúmeras conexões perdidas 3. A oportunidade: nós temos muito em comum 4. De que forma? Como lojas e bibliotecas 5. Algumas soluções 6. Como começar 7. O que você pode fazer 1. Uma palavra sobre a gente e sobre este convite
Quando nós começamos o projeto Ação Sem Fronteiras (Action Without Borders) em 1994, nós tínhamos ouvido falar da internet só vagamente. Nossa idéia inicial era facilitar o contato entre pessoas e organizações, cara a cara, nos bairros e cidades do mundo inteiro. Em seguida a internet decolou e nós percebemos que com apenas três funcionários e pouco dinheiro nós poderíamos ter um impacto maior via internet do que trabalhando em qualquer comunidade isoladamente. Assim, em 1995, nós lançamos o Idealist, e o site que nos possibilitou conectarmos com você. Entretanto, nós nunca abandonamos a nossa idéia inicial, que hoje em dia parece mais urgente e possível do que nunca. Em resumo, nós acreditamos que:
Quão diferente? Nós não sabemos, mas juntos poderemos descobrir. 2. O desafio: inúmeras conexões perdidas
É bem provável que neste momento, em dois andares distintos de um mesmo prédio qualquer, em alguma parte do seu país, duas pessoas estejam olhando através de suas janelas e desejando que houvesse lá embaixo um jardim ou um parquinho de diversões no lugar de um terreno baldio. Mas, agir sozinho pode ser difícil e, em muitos bairros, tanto ricos quanto pobres, não há uma forma das pessoas saberem que elas não estão sozinhas; que na mesma rua, ou dois andares acima ou abaixo delas, existem outras pessoas que teriam um imenso prazer em trabalhar com elas se soubessem onde ou como encontrá-las.
Este problema faz parte de um grande desafio: para fazer alguma coisa por nossas comunidades, nós precisamos, em grande parte, apenas de poucas coisas. Nós precisamos de certa esperança e confiança, um mínimo de liberdade, e acesso a outros que possam querer trabalhar conosco. Além disto, nós poderemos precisar de mais informações sobre os problemas que queremos resolver, relatos e idéias das pessoas que tenham lidado com questões parecidas, e opções de ação que fazem sentido para cada um de nós. Algumas pessoas têm acesso a tudo isto, enquanto muitas outras não tem. Consequentemente, milhões de oportunidades para ação e colaboração são perdidas todos os dias. Pense apenas num bairro, numa escola, ou numa cidade que você conheça, e quanto mais poderia ser feito lá, com os recursos disponíveis. Se você então somar todas estas possibilidades não realizadas no mundo inteiro, o retrato que aparece pode ser ao mesmo tempo extraordinário ou decepcionante. Veja alguns exemplos abaixo:
Este senso de potencial não-realizado é uma das forças por trás deste projeto. A outra é a convicção de que trabalhando juntos nós poderemos fazer alguma coisa para mudar o mundo. 3. A oportunidade: nós temos muito em comum
Similarmente, existem neste momento várias pessoas ao redor do mundo que, independente do idioma, religião, ou preferência política, concordam com as regras básicas de como deve ser jogado o jogo humano, em toda sua diversidade. Estas regras, que refletem como a maioria de nós deseja ser tratado, têm sido manifestadas através de inúmeros ensaios, declarações e leis. Porém, a fim de definir um campo comum para trabalharmos juntos, nós podemos destilá-las em poucas palavras:
Sempre existem pessoas que entenderam a vida desta forma. A diferença é que agora nós podemos alcançar um ao outro, cortar as fronteiras que nos separam, e construir rapidamente uma rede de pessoas e organizações que atuem localmente, pensem globalmente, e compartilhem o que possam com os outros. 4. De que forma? Como lojas e bibliotecas
Quando, em 1995, começamos a construção do Idealist, nós usamos os seguintes princípios:
Durante os últimos dez anos, estes princípios foram amplamente testados. Sessenta mil organizações em 190 países registraram-se no Idealist, e milhões de pessoas conectaram-se com as mesmas. Estes números são encorajadores, mas eles representam uma pequena porcentagem do quanto nós podermos alcançar juntos. Para fazer mais, nós podemos aplicar estes princípios em um conjunto maior de soluções. 5. Algumas soluções
Uma maneira de resolver isto seria criando um ponto comunitário em todo bairro ou cidade que o deseje, onde – no mínimo – seria possível colocar uma mensagem no quadro de avisos e ver se alguém se interessaria pelas mesmas questões. Dependendo das condições locais, os pontos comunitários poderiam funcionar numa das seguintes maneiras: Eles poderiam ter uma localização física permanente (numa organização que já exista no local, numa escola, num centro comunitário, numa igreja, numa lanchonete, numa loja, ou numa biblioteca), e utilizar o e-mail e a internet, onde seja possível, para ajudar a comunidade.
Alternativamente, eles poderiam existir essencialmente via internet, e utilizar regularmente vários lugares do bairro para que as pessoas se encontrem pessoalmente.
De qualquer forma, após a criação do ponto comunitário, este poderia continuar simples – um quadro de avisos na parede ou na internet – ou poderia gradualmente fornecer os seguintes serviços:
Ponto
Comunitário
Os detalhes variarão de lugar para lugar, mas imagine se, dentro de um ano ou dois, onde quer que você esteja você possa visitar um ponto comunitário local e se sentir em casa imediatamente. Independente da cultura ou do idioma, você irá encontrar pessoas e organizações oferecendo às comunidades uma vasta seleção de projetos, serviços, e oportunidades enquanto compartilhando idéias e recursos com pessoas do mundo inteiro. Aplicando estes princípios amplamente
Clubes escolares
Imagine se em qualquer escola dois alunos com idéias parecidas sobre um bom projeto pudessem se encontrar dentro de poucos dias. Para chegar neste ponto, nós precisaríamos de um lugar e um horário em cada escola, onde todo mundo pudesse se conhecer, apoiado, se possível, por um professor e por todas as organizações que quisessem servir á escola e a seus alunos.
Redes Universitárias
Muitas faculdades e universidades possuem vários grupos de alunos que enfocam diferentes tipos de questões. O que falta, em muitos casos, é uma rede de alunos e de pessoal que conecte uns aos outros e promova estes grupos, trazendo mais oportunidades de fora para a cidade universitária, e ligando a escola à comunidade e ao mundo ao seu redor.
Iniciativas empresariais
Estas poderiam incluir: conectando pessoas às empresas que quiserem trabalhar juntas em qualquer questão local ou global, colocando um link no site da empresa para que funcionários e clientes possam encontrar novas formas de se envolverem, ajudando empresas de qualquer tamanho a encontrarem organizações locais para apoiar e ligando negócios com empresas, de setores similares, que têm encontrado formas mais seguras ou limpas de trabalhar.
Promoção por publicidade
![]() Photo by RJL20 Assim como alguns países atraem turistas por promover seu país como um todo (em vez de um só hotel ou resort), imagine uma série de anúncios - engraçados, criativos, não-cansativos – em vários meios de comunicação, promovendo ação e cooperação entre várias partes do mundo, e apresentados na internet para que qualquer pessoa possa fazer uso destes. Cúpulas comunitárias
Com os grupos locais, as campanhas promocionais e as redes de pessoas e organizações no lugar, nós poderemos começar a reunir-nos com as “Cúpulas Comunitárias” das empresas, meios de comunicação, e líderes locais, e pedir-los para fazer uma pequena coisa para ajudar as pessoas a se envolverem na sua comunidade. (Os meios de comunicação poderiam, por exemplo, doar espaço publicitário enquanto uma companhia de telefone suportaria o site local na sua conta mensal, e uma associação de pequenos negócios incentivaria os seus membros a apoiar organizações locais). O desafio será começar tudo isto em um ou dois lugares, e demonstrar que o conceito funciona – já que se você colocar estas pessoas numa sala, e pedi-los para fazer uma pequena coisa que faz parte duma grande visão, estes tenderão a atender ao pedido.
Todas estas idéias complementam e reforçam umas as outras, e todas elas são baseadas nos mesmos quatro princípios: uma meta ampla, algumas regras que todos possam concordar, um serviço imparcial, e tantas oportunidades quanto possível. 6. Como começar
Então, como faremos tudo isto? Como incentivaremos a criação de novas idéias nos bairros, vilas e escolas, e conectaremos todas estas pessoas que quiserem realizá-las? Como garantiremos que uma médica aposentada, que queira fazer um trabalho voluntário por um ano, encontre um bom lugar onde ela seja extremamente necessária? Como facilitaremos que qualquer empresa, grande ou pequena, encontre uma organização local para apoiar? E como capacitaremos qualquer organização que lance um novo projeto – para mulheres ou crianças, ou melhores colheitas ou menos campos minados – a trabalhar junto com centenas de pontos comunitários nos países que quiserem servir. Para começar, imagine se um dia nós acordássemos pela manhã e todos os telefones e computadores do planeta estivessem desligados da tomada. Para fazer com que todas estas máquinas funcionassem de novo, e trazer toda a rede de volta, nós teríamos que pedir para dois ou três bilhões de pessoas, em centenas de cidades e centenas de idiomas, ligassem seus telefones e computadores de novo. No início isto pareceria uma missão impossível. Entretanto, se nós tentássemos, e se cada um de nós começasse a pedir que duas ou três pessoas ligassem seus telefones e computadores – e se outros espalhados pelo mundo, enfrentando o mesmo problema, também fizessem também uma pequena coisa para resolvê-lo – de repente o sistema inteiro renasceria, mais rico do que a soma das suas partes. Similarmente, a primeira coisa que nós precisamos fazer agora é grande e complicada, mas simples também. Nós precisamos alcançar pessoas em todas as partes do mundo, convida-las para conectar-se, e possibilitar que todos nós nos conectemos uns com os outros e com todas as organizações que quiserem trabalhar conosco. Especificamente, nós podemos fazer o seguinte agora:
Enquanto nós damos estes primeiros passos, mais idéias aparecerão e muitas coisas tornar-se-ão possíveis. Mas a meta não mudará: trabalhando juntos, nós podemos ajudar a construir um mundo melhor – onde as pessoas possam viver com liberdade e dignidade – conectando-se a pessoas, organizações e recursos de todas as maneiras possíveis. Em qualquer lugar que você esteja você pode ajudar para que isto aconteça, e juntos nós poderemos gradualmente mudar o que todo mundo acha possível na nossa vida e na nossa comunidade. Neste mundo com visões competidoras, recursos finitos, e conseqüências não-desejadas, sempre existirão limites para as soluções dos problemas sociais e ambientais. Mas estes limites não são fixos. Nós podemos fazer mais coisas com um telefone e um computador do que sem eles, e muito mais num país onde as pessoas são livres para falar e escrever do que onde elas não são. Hoje em dia, com os recursos e as experiências acumuladas a nossa disposição, nós poderemos empurrar estes limites mais longe do que nunca. Quão longe? Ainda temos que descobrir. 7. O que você pode fazer
Aqui estão algumas das coisas que você pode fazer agora:
Obrigado por ler! Nós apreciamos muito isto, e esperamos ansiosamente poder trabalhar com você. |
|